A pílula do dia seguinte já foi usada por 14,9% das mulheres brasileiras, diz pesquisa

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O estudo da vida sexual do brasileiro (EVSB) iniciou em 2002, e entrevistou 7.013 pessoas provenientes de 13 estados brasileiros, maiores de 18 anos, sendo que 54,6% destes entrevistados eram homens e 45,4% eram mulheres.

O estudo era composto por um questionário de 87 perguntas de múltipla escolha, e foi coordenado pela médica psiquiatra Dra. Carmita Abdo, do Instituto de Psquiatria do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O EVSB foi concluído no ano de 2003, e demonstrou que  14,9% das mulheres brasileiras já usou a pílula do dia seguinte, pelo menos uma vez durante a sua vida sexual.

Anticoncepção de emergência é a administração de medicamentos hormonais, até 72 horas após uma relação sexual desprotegida ou acidental (exemplo: a ruptura de um preservativo), visando evitar uma gravidez indesejada. A  pílula do dia seguinte é o método de anticoncepção de emergência mais conhecido.

Dentro de suas características só deve ser usada em caso de emergência e não como método anticoncepcional de rotina. Nem sempre surte resultados desejados e pode ter efeitos colaterais intensos. Usada até 24 horas da relação tem um índice de eficiência de 95 %. Entre 25 e 48 horas o índice de eficiência cai para 85 % e entre 49 e 72 horas o índice de eficiência é de 60%.

Isto significa dizer que ela deve ser usada tão logo seja possível, após uma relação sexual desprotegida. Deve sempre ser receitada por um médico ginecologista e não pode ser usada de maneira habitual.

"O Portal do Coração alerta: nunca inicie, suspenda ou troque um medicamento sem a autorização prévia de um médico. Estas  atitudes põem a sua saúde em risco".

Fonte :ESBV(2003).

www.dippe.com.br

 

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