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Antígeno prostático específico (PSA)
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Antígeno prostático específico (PSA) 

O antígeno prostático específico (PSA) é uma glicoproteína encontrada apenas no epitélio (tecido de revestimento) da próstata. É um marcador tumoral para o câncer de próstata.
A dosagem do PSA é realizada para triagem inicial de câncer de próstata, monitoramento da progressão da doença e da reposta do paciente ao tratamento.
O PSA é considerado anormal quando está acima de 2,5 (4 ng/mL, dependendo da idade), merecendo mais investigação. Seu valor tende a aumentar com a idade. Mesmo se o valor está dentro da faixa normal, um aumento de pelo menos 0,75 ng/mL por ano é considerado anormal e deve ser investigado.
Geralmente, os médicos pedem a medição do PSA total, mas podem também requisitar a quantidade de PSA livre, ou seja, a quantidade que não está ligada à nenhuma proteína no sangue, se houver alterações nos resultados.
O teste têm uma alta taxa de falsos positivos, ou seja, encontra-se elevado em outras situações que não sejam o câncer da próstata. Por outro lado, estima-se que em 20% dos casos de câncer da próstata o PSA não aumente ou isso ocorra de forma tardia. O exame pode ser solicitado a partir dos 40 anos de idade em homens com história familiar de câncer de próstata. Recomenda-se que após os 50 anos, todos os homens dosem seu PSA total.
Causas de elevação do antígeno prostático benigno (PSA)
-Hipertrofia próstatica benigna.
-Cirrose hepática.
-Após procedimentos urológicos, inclusive o toque retal
-Câncer de próstata.
-Atividade sexual recente.
-Prostatite Inflamação da próstata.
-Trauma da próstata.
-Infecção urinária.
-Entre outras.
Autor: Dr. Tufi Dippe Jr – Cardiologista de Curitiba – CRM/PR 13700.

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