Como funciona a dieta baseada no tipo sanguíneo?

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Este tipo de dieta baseia-se no conceito de que o tipo sanguíneo de uma pessoa reflete a sua bagagem antropológica, e esta influenciaria a forma de como seu corpo e metabolismo reagiriam à ingestão dos alimentos.

Entende-se como bagagem antropológica de um indivíduo, o fato de que seus ancestrais possam ter sido caçadores, plantadores ou nômades. Desta forma, existiriam alimentos mais ou menos indicados para cada tipo de sangue.

No entanto, a idéia de identificar as necessidades nutricionais de cada indivíduo baseando-se em seu tipo sanguíneo não apresenta nenhuma comprovação científica definitiva, como também não há comprovação que exista uma relação entre  determinados tipos sanguíneos e doenças específicas.

Como funciona este tipo de dieta?

– Para cada tipo sanguíneo existem alimentos recomendados e outros proibidos. O consumo de calorias por dia devera ser de aproximadamente 1500 kcal.

– O tipo O de sangue indicaria os indivíduos mais antigos na escala evolutiva humana (caçadores) e, portanto, os mais adaptados à ingestão de carnes vermelhas, baixo teor de carboidratos, poucos cereais e nenhum trigo ou derivados do leite.

– O tipo A de sangue indicaria os indivíduos mais jovens na escala evolutiva humana, com características alimentares mais agrícolas. Estas pessoas tolerariam melhor as frutas, verduras e legumes. Esta dieta seria rica também em carboidratos, mais pobre em gorduras e derivados do leite.

– O tipo B de sangue indicaria os indivíduos que seriam fruto de uma mistura de raças, oriundos da América, África , Ásia e Europa. De acordo com a teoria desta dieta, estas pessoas tolerariam uma padrão alimentar mais balanceado, com frutas, legumes, verduras, produtos lácteos, cereais e carnes.

– O tipo AB de sangue indicaria os indivíduos com  origens raciais mais novas, que teriam poucas restrições e tolerariam os mais diversos alimentos.

Riscos da dieta do tipo sanguíneo:

Neste padrão de dieta, os indivíduos com os tipos sanguíneos O e A teriam uma restrição significativa quanto à ingestão dos produtos lácteos. Tal fato poderia acarretar um deficiência no aporte de cálcio, podendo predispor à osteoporose e fraturas ósseas.

 

 

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