Infarto do miocárdio: Variação genética estima o risco de complicações futuras, diz estudo

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Um estudo apresentado no congresso do American College of Cardiology (Orlando, Estados Unidos), acompanhou a evolução clínica de 1.508 pacientes, vítimas de um infarto do miocárdio (ataque cardíaco).

O perfil genético destes pacientes foi estudado com o objetivo de detectar 5 variantes genéticas do cromossomo 9p21. Os autores do estudo também avaliaram o impacto destas variantes genéticas, na evolução clínica futura destes pacientes.

Durante o período de acompanhamento (tempo aproximado de 20 anos), ocorreram 683 eventos cardiovasculares nestes 1.508 pacientes: 77 mortes (5.1%), 223 novos infartos (14.8%) e 383 revascularizações (25.4%), através de  angioplastia coronariana  ou cirurgia cardíaca.

O risco relativo destes eventos cardiovasculares era 19% maior para os portadores heterozigotos das variantes 9p21 e, 41 % maior nos portadores homozigotos.

Os autores do estudo finalizam afirmando que a influência das variantes 9p21, na evolução clínica futura destes pacientes infartados, era semelhante ao impacto determinado pelas anormalidades do colesterol ou pela obesidade.

Fonte: ACC(2009).

www.portaldocoracao.com.br

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