Qualidade de vida – Parte 2

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A preocupação com a Qualidade de Vidas das pessoas e principalmente no ponto de vista do envelhecimento, já que todos estão envelhecendo tem aumentado significativamente entre as pessoas. Muitas avaliações de qualidade de vida têm sido sugeridas na área de Saúde nos últimos anos. Percebese que é crescente a preocupação de promover não só aumento nos anos de vida das pessoas como a sua Qualidade. A final prolongar a vida é bom, mas dar qualidade é melhor. Assim nestas últimas décadas diversas áreas da saúde promoveram inúmeros instrumentos gerais e específicos de avaliação de qualidade de vida. Estas avaliações vêm contribuir a fim de levantar itens importantes na formação de uma compreensão melhor sobre as diversas áreas e o estado de qualidade de vida do ser humano em seu envelhecimento.

Quais seriam os itens na vida humana mais relevante ao longo do tempo que possam ser “mapeados” e que poderiam sofrer uma intervenção preventiva e ou terapêutica, com tempo hábil, a fim de conduzir mais qualidade de vida ao ser humano? Viver cada vez mais tem implicações importantes na formação da qualidade de vida, pois se sabe que a longevidade pode tornarse um grande desafio a vida humana quanto ao aspecto físico, psíquico e social. Esta preocupação de avaliar, quantificar e classificar diretamente o bem estar das pessoas, aumentou.

Em uma importante revisão sobre este tema “Qualidade de Vida”, pesquisadores especialistas ligados a Organização Mundial de Saúde (www.who.com), formaram um conceito: “Qualidade de Vida é a percepção do indivíduo acerca de sua posição na vida, de acordo com o contexto cultural e os sistemas de valores nos quais ele vive e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.

Como mencionamos, na primeira parte deste artigo (artigo parte 1), entendemos que Qualidade de Vida se constrói a partir de práticas relacionadas ao “modo conduzente de vida”. Movimento, alimentação, sono e menos stress são áreas de controle pessoal já bem conhecida, porém poucas pessoas têm planejado estas áreas de forma disciplinada que conduza a saúde. Estas 4 áreas exigem uma tomada de posição mais séria e mais adequada de cada um de nós, pois ela é absolutamente PESSOAL. Não dá para transferirmos as conseqüências de MAUS HÁBITOS para outra pessoa, ou seja, comer qualquer coisa a qualquer hora, não ter um programa de exercício REGULAR, não identificar e administrar os elementos estressores e dormir pouco ou muito ou ainda com má qualidade, durante anos, gera em qualquer uma má qualidade de vida.

Na parte 1 desta série sobre “Você está envelhecendo . . . com Qualidade de Vida?”, oferecemos algumas dicas práticas sobre Exercícios cardiovasculares e Exercícios de força que são indispensáveis em qualquer programa de melhora de Qualidade de Vida.

Para esta parte 2 descrevemos abaixo, algumas dicas práticas para você melhorar seu “modo conduzente de vida” e proporcionar, por escolha de comportamento pessoal, a construção de uma melhor Qualidade de Vida por meio de uma alimentação consciente, então:

Alimente-se de forma seletiva e não de forma compulsiva!

Pesquisas apontam de forma categórica que, alimentarse sem uma programação definida e controlada, traz prejuízos muitas vezes irreparáveis, alimentarse apenas movidos pelo prazer tem resultado em um aumento significativo da obesidade, diabetes, hipertensão entre outras doenças mais agressivas como o câncer. Segunda Gary Stix, em um artigo publicado na revista Scientific American, outubro 2007, no mundo há 1 Bilhão de pessoas superalimentadas, produzindo peso em excesso e trazendo as complicações na saúde de crianças e adultos. Comer sem critério traz doença!

Alimentarse de forma saudável não é tão difícil quanto parece, porque a maioria de nós sabe que alimentos processados (industrialmente) são mais engordativos que comidas naturais, e alimentam menos além de apresentar um alto índice de toxidade muitas vezes.

Há um movimento mundial pelos alimentos mais saudáveis e mais simples. Comer menos, incluir hortaliças, frutas e grãos integrais na dieta, e evitar junk food (as famosas porcarias), são princípios básicos de uma alimentação saudável e que constrói boa saúde e um bom envelhecimento.

Sabese que hoje para qualquer indivíduo, os efeitos da dieta sobre a saúde são modulados pela genética, mas também pelos níveis de instrução e renda, satisfação no trabalho e forma física e uso de cigarros e álcool, segundo pesquisadores: www.sciam.com.br . Portanto a velha regra ainda vale: “cuide de seu modo condizente de vida”, algumas dicas abaixo:

O velho conselho ainda vale:

Não engorde, e se estiver gordo, emagreça.

Movimentese mais e de forma específica e regular – artigo parte 1

Dê preferência para alimentos mais saudáveis como frutas, hortaliças e grãos integrais, evite excesso de açúcares e gordura.

Prefira alimentos orgânicos (sem agrotóxicos).

Informese sobre alimentação e saúde, mas para aplicar programas alimentares e dietas procure um profissional de Nutrição, credenciados:

http://www.cfn.org.br/

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