Revisão aponta os benefícios da ingestão de ômega 3

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As gorduras ou ácidos graxos insaturados são classificadas em duas categorias principais: polinsaturados representados pelas séries ômega-6 (linoléico e araquidônico) e ômega-3 (alfalinolênico,eicosapentaenóico-EPA e docosahexaenóico-DHA) e monoinsaturados, representados pela série ômega-9 (oléico).

Os ácidos graxos ômega-3 (linolênico, EPA e DHA) são encontrados respectivamente nos vegetais (soja, canola e linhaça) e em peixes de águas frias (cavala, sardinha, salmão, arenque).

No sistema cardiovascular, os ácidos graxos ômega 3 promovem redução dos triglicerídeos, podendo ainda exercer outros efeitos cardiovasculares benéficos, como redução da viscosidade do sangue, maior relaxamento dos vasos e também efeitos antiinflamatórios e antiarrítmicos.

Durante as últimas décadas, os ácidos graxos ômega 3 tem despertado um interesse crescente na comunidade científica, em relação aos seus efeitos benéficos para a saúde humana. Muitos estudos clínicos e epidemiológicos mostraram efeitos positivos dos ácidos graxos ômega 3 na prevenção e no tratamento de diversas doenças, que comumente afetam os seres humanos :

-Câncer (como o câncer intestinal e da mama).

-Doenças cardiovasculares.

-Doenças mentais, como a depressão, dislexia, esquizofrenia, hiperatividade e déficit de atenção e as demências (vascular e doença de Alzheimer).

Além dos alimentos que são naturalmente ricos em ômega 3,  a indústria alimentícia tem procurado desenvolver  novos alimentos enriquecidos com este tipo de gordura, como  ovos, iogurtes, leites e barras de cereais. Os autores da revisão concluem dizendo que ainda são necessários novos estudos para avaliar os efeitos benéficos destes alimentos enriquecidos,  em relação à saúde humana.  

Fonte: Journal American Diet Association.

 

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