Estudo aponta os motivos que levam os médicos a não tratarem o tabagismo de forma adequada

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Sabemos dos inúmeros malefícios causados pelo tabagismo , em especial , o aumento do risco de desenvolvimento das doenças cardiovasculares e dos cânceres. Apesar disso , um estudo demonstrou que os médicos ainda não se posicionam de forma adequada frente a esse problema.

O estudo STOP ( Smoking: The Opinion of Physicians ) , entrevistou cerca de 2800 médicos ( clínicos e médicos de família ), oriundos de vários países , abordando o tema cessação do tabagismo. Embora 90% desses médicos , em algum momento , recomedem aos seus pacientes fumantes  que parem de fumar , apenas 47% desses médicos efetivamente implementam uma estratégia junto a esses pacientes , visando o abandono do vício .

As razões que explicam essa conduta foram: 50% dos  entrevistados , dizem que não têm tempo durante a consulta ; 46% priorizam o tratamento de outra condição médica ( exemplo: hipertensão arterial ) e  38% ,  acreditam que não estão capacitados para conduzir o processo de cessação do tabagismo.

Outra justificativa freqüente , foi a de que os medicamentos  disponíveis para ajudar na cessação do tabagismo , são pouco efetivos. Apesar desta postura comodista , cerca de 80% dos médicos entrevistados  acreditam que o tabagismo seja uma doença e, em comparação a outros fatores de risco , o abandono do hábito de fumar  seria a medida  mais importante.

Fonte: Estudo STOP ( 2006 ).

www.portaldocoracao.com.br

 

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