Açúcar ou adoçantes artificiais? Qual a melhor escolha?

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As atuais orientações nutricionais recomendam que o consumo de açúcares (isto é, os açúcares em alimentos processados e preparados) não deve exceder 10% do total de calorias diárias (equivalente a 50 gramas/dia, ou 200 kcal em uma dieta de 2.000 kcal/dia), limite este que é ultrapassado pela maioria da população.

Bebidas – principalmente refrigerantes, energéticos, bebidas esportivas e águas saborizadas – representam quase metade (47%) dos açúcares adicionados consumidos.

Os adoçantes artificiais são uma alternativa atraente para o açúcar. “No caso dos refrigerantes, eu preferiria que você simplesmente não tomasse, mas se você for tomar refrigerante, pelo menos deixe as calorias de fora”, disse o Dr. Kenneth W. Lin, professor da Georgetown University School of Medicine. “Para alimentos artificiais, como os refrigerantes, eu não tenho nenhum problema de aconselhar os pacientes a tomar a versão light ou zero”, acrescenta o Dr. Lin.

A popularidade de alimentos e bebidas adoçadas artificialmente (consumidos por 25% das crianças e mais de 40% dos adultos) tem levantado questões sobre os efeitos adversos para a saúde, mas os estudos que pesquisam o aumento do risco de câncer, diabetes ou cárie dentária, por exemplo, têm sido, todos, inconclusivos.

Outro efeito potencial pode ser um aumento compensatório da ingestão de açúcar de outras fontes para satisfazer o desejo por doce. “Isso é uma desvantagem em potencial, mas eu duvido que alguém iria comer o suficiente para compensar inteiramente todo o açúcar que está deixando de consumir com os adoçantes artificiais”, sugere o Dr. Lin.

“Assim, mesmo com alguma compensação (desejo de comer doces), os adoçantes artificiais são úteis, pelo menos em termos de redução de calorias”. Concluindo, o Dr. Lin disse: “os adoçantes artificiais ajudam na perda de peso e na manutenção dele”.

Fonte: Medscape.

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