Angina do peito é mais grave em mulheres

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A  angina do peito  ou  angina pectoris é uma dor ou desconforto transitório localizado na região anterior do tórax,  referido como uma sensação de pressão, aperto ou queimação.

Essa doença  ocorre quando o músculo cardíaco (miocárdio) não recebe uma oferta suficiente de sangue e oxigênio. Este processo é chamado de isquemia miocárdica ou isquemia coronariana.

Esta deficiência de oxigenação pode ser fruto de um aumento das suas necessidades, por uma diminuição da oferta, ou ainda, por ambos os mecanismos.

As necessidades de oxigênio do coração são determinadas pelo seu grau de esforço, isto é, pela frequência e a intensidade dos batimentos cardíacos.

O esforço físico e as emoções aumentam o trabalho cardíaco, e a demanda de oxigênio por parte do coração. Artérias que apresentam algum estreitamento ou obstrução, onde o fluxo sanguíneo para o miocárdio não pode ser aumentado para suprir uma maior necessidade de oxigênio, podem ocasionar  crises de  angina do peito.

A principal causa  da angina do peito é a doença arterial coronariana, ou seja, a presença de placas de gordura (ateromas) na parede das artérias do coração.

A angina de peito, é mais perigosa para mulheres do que para homens, segundo um estudo divulgado pela revista Journal of the American Medical Association (JAMA).

O estudo realizado por cientistas do University College London (UCL), afirma que a doença ataca com a mesma frequência homens e mulheres, ao contrário do infarto do miocárdio, cuja incidência é maior no sexo masculino.

Isso significa que os médicos deveriam prestar mais atenção quando o problema é diagnosticado numa mulher, segundo os cientistas. A conclusão foi obtida a partir da análise dos antecedentes médicos de mais de 100 mil pessoas. Por ano, duas em cada 100 mulheres desenvolvem angina do peito.

Fonte: Diário Catarinense – SC.

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