Radiografia de tórax

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Indivíduos com cardiopatia suspeita ou conhecida poderão ser submetidos a uma radiografia do tórax nas incidências frontal e  perfil. As radiografias revelam a forma e o tamanho do coração, e delineiam os vasos sanguíneos dos pulmões e no tórax.

Uma anormalidade na forma ou do tamanho do coração e, alterações como depósitos de cálcio em válvulas cardíacas, serão observados.

As radiografias torácicas também podem revelar a condição dos pulmões e brônquios, além dos vasos sanguíneos pulmonares principais e auxiliares, a presença de qualquer líquido no seu interior  (edema pulmonar) ou na pleura (derrame pleural).

Frequentemente a insuficiência cardíaca, cardiopatias congênitas, doenças das válvulas cardíacas, doenças do músculo cardíaco, certas doenças do pericárdio, endocardite infecciosa e moléstia reumática, entre outras doenças, acarretam um aumento do volume do coração.

O tamanho do coração em uma radiografi do tórax poderá ser normal, mesmo em pessoas com uma cardiopatia grave (exemplo:  casos de pericardite constritiva crônica, na qual cria-se uma espécie de envelope com tecido cicatricial envolvendo o coração, sendo que este não aumenta de volume , mesmo na vigência de uma insuficiência cardíaca).

Certas doenças da aorta também podem ser sugeridas pela radiografia de tórax. Dispositivos eletrônicos implnatáveis, como o marcapasso artificial e desfibrilador automático podem ser identificados em uma radiografia do tórax.

Riscos

A realização de uma radiografia do tórax exige a utilização de uma certa carga de irradiação. Logo, em gestantes, principalmente  no primeiro trimestre, a radiografia de tórax deverá ser evitada ou realizada sob o uso de avental de chumbo.

Autor: Dr. Tufi Dippe Jr – Cardiologista de Curitiba – CRM/PR 13700.

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